27 de jun. de 2007

O que se passa pela minha cabeça?

Não tenho uma cabeça oca. Até porque cabeça oca, oca ninguém tem! Mas tem falta de originalidade sobrando, ignorância e pobreza mental; tais [in]utilidades pesam menos que um grama de pluma, o que acaba passando a impressão de ser oca. Mas enfim, como diria Descartes: "Penso, logo existo". E penso. E penso que penso. E finjo que penso. E acredito no que penso pensar. Pelo menos do mal-da-cabeça-oca eu não morro!

O que se passa pela minha cabeça nem eu mesma sei explicar. São milhares de informações, todas ao mesmo tempo, todas de tráz pra frente, cada uma mostrando o porquê deve permanecer entre minhas recordações. Não que minhas idéias sejam fantásticas, mas algumas realmente merecem (ou precisam) ser lembradas.

Como o dia que tive o brilhante pensamento de fazer um blog pra dividir com alguns seres racionais (e outros nem tanto) tudo, ou quase tudo que se passa em minha insana mente, que por sinal é mais insana que meus sonhos. Estes por sua vez andam demasiadamente escassos. Desde o começo eu tenho alinhado palavras e mais palavras, mês após mês criando citações codificadas e me dei ao luxo de durante seis meses assistir de camarote a tentativa de todos vocês, caros amigos leitores, tentar decifrar o grande enigma ao qual nunca dei pista alguma.

Difícil mostrar em um pequeno espaço códigos que me acompanham a vida toda. Códigos complexos, alguns simples, outros indecifráveis... Mas enfim, cá estou para [pelo menos] tentar trasmitir algo íntimo de minha pessoa para que vocês, meus infiéis leitores possam tirar suas próprias conclusões.

Lamento informar-lhes que nem sob tortura farei uma lista amo/odeio. Talvez as imagens os ajude em algo parecido. Eu faço coisas que a maior parte da massa comum julga errôneo, mas que no fundinho do coração, têm aquela imensa vontade de fazer também.
Julgo hipocrisia fingir que detesta algo que aprecia, dizer que odeia algo que ama, ousar ignorar a atitude almejada apenas porque não foi você quem o fez... Sejamos sinceros pelo menos consigo mesmo, já é um grande passo. Isso não é lição de moral, não! Até porque, lição é algo que se vivencia, e não que se ouve aos berros de um terceiro.
Enfim, está ficando tarde e mais uma vez me dou o luxo de não lhes dizer tudo que quero dizer. Exercitem suas interpretações de texto, meus caros. Minha professora de português têm cobrado muito isso de mim e agora uso com vocês.
Bons pensamentos, cyber colegas.






Um comentário:

Anônimo disse...

Sei lá o que se passa, não consigo nem ler o texto. Essas cores tão hor-rí-ve-is. Melhora isso aí, cacete. :)