Então, dia desses estava eu em um raríssimo momento de desocupação, caçando informações sobre novas (e boas) músicas, quando acabei em sintonia com uma dessas rádios de internet. Desliguei o Media Player para ouvir o que a tal rádio tinha a me oferecer e fui percebendo que me dispus à ouvir uma melodia pop grudenta, com um refrão irritante e facílimo de decorar. Sabe aquela música impertinente que não sai da tua cabeça, por mais que tu queiras? Pois é, é disso que falo.
Nada contra a voz máscula que dá vida àquele falso madrigal, o que me surpreendeu foi a tentativa de transmissão de certa jovialidadede uma pessoa que, absurdamente, repassou-nos até hoje, certa imagem de maturidade.
Sorte a minha, que meu gosto musical chega aos anos 90 e pára, só avança em raras excessões. Tudo (ou quase tudo) de melhor, musicalmente falando, começou antes da década de 90, beeem antes, pra ser sincera. E o que mais me impressionou nesse letra de música, é que o ser que a fazia viver também começou à viver para a música antes de 1990.
Mas, enfim, não digo desta água não beberei (mas não beberei mesmo!); só o que posso dizer é que espero que confiram.
P.S.: Não quis em momento algum ridicularizar meu caro alvo deste texto, até porque, como diz meu amigo Dael, ridicularizar é ridículo. Aproveitando o pensamento dele (porque eu estou de saco cheio de pensar), encerro afirmando que LongPlay é Lulu Santos, só que em péssima forma. Na boa, ninguém merece!
Um comentário:
eu pensei que tu tinha casado e morrido. mas, pelo que vejo, foi só mais um enganinho.
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