27 de jun. de 2009

Cubo.

Eu não me interesso tanto por notícias repetitivas, mas essa semana foi diferente. Tem notícias que assustam, impressionam, entristecem, e a tal que me refiro uniu de forma absurda os três quesitos. Afinal, morreu o Rei. Mais rei que Presley, Pelé, Madonna ou Arthur. Rei de verdade, Irreverente, Escandaloso, Impulsivo, Antipático, Diferente... e tudo com letras maiúsculas.

Um gênio, aqueeeele do melhor video clipe da história, aqueeeele que vendeu ho-rro-res! Um homem sem escrúpulos nenhum, hás de convir. Surreal, parecia não ser feito de carne e osso, e sim de qualquer outra coisa que lembrasse algodão, ou algo que flutuasse e fosse delicado como um sussurro. Era mesmo do tipo dele, fazer tudo quando ninguém esperava. E não seria diferente quando morresse (esse era meu receio).

Morreu o Rei dos reis, o cara que trocou de cor, que desfigurou o rosto numa tentativa frustrante de se aceitar e que carregava nas costas o peso e o preço de querer ser diferente do que era. Ele marcou a história e saiu de cena justamente quando não tinha ninguém olhando. Uma morte de Rei, uma saída triunfal.

Pois é, eu sou fã do Jackson.

Um comentário:

Anônimo disse...

eu tbm sou fan do michaelllLLLLL!